Você achou que agora ia ser diferente. Mas doeu igual. E você nem sabe mais se o
problema é você.
Você tentou.
De novo.
Tentou amar melhor. Esperar menos. Ser mais leve, mais forte, mais calma, mais tudo.
Mas o final foi o mesmo.
A sensação de abandono. O silêncio. O nó na garganta.
A pergunta que machuca:
“Por que eu atraio sempre o mesmo tipo de dor?”
Você fecha os olhos e pensa:
“Será que eu nasci pra isso? Pra sempre me decepcionar? Pra
sempre lutar sozinha? Pra sempre dar mais do que recebo?”
E então você desiste um pouco.
Se fecha mais um pouco.
Sorri no automático mais um pouco.
E finge que não está doendo.
Mas está. Está demais.
Ninguém nos ensinou a perceber que há padrões
Que a vida não está se repetindo à toa.
Ela está tentando te mostrar uma ferida que você ainda não quis olhar.
Uma crença que você herdou.
Um medo que te prende.
Um trauma que virou identidade.
Às vezes, você se sabota porque acredita que amor sempre vem com dor.
Porque foi isso que te ensinaram.
Porque foi isso que você viveu.
Porque foi isso que ficou gravado no seu corpo.
Não é azar.
É lealdade invisível.
É sobrevivência emocional.
Você repete porque é o que você conhece.
Você repete porque se sente culpada em ser feliz quando sua mãe não foi.
Você repete porque acha que precisa consertar o passado com o presente.
Você repete… até perceber que não precisa mais repetir.
E esse é o momento.
Esse agora. Essa lágrima. Essa dor que voltou.
O ciclo se quebra quando você diz: Basta!
Quando você escolhe se ouvir antes de se anular.
Quando você reconhece que não é mais aquela menina que implorava por amor.
Quando você entende que não precisa provar nada para ninguém.
Quando você decide que quer paz, e não mais justificativas.
E se você está aqui, lendo isso, é porque sua
alma está pronta!
Pronta pra deixar a dor.
Pronta pra parar de viver no modo sobrevivência.
Pronta pra ser leve sem culpa.
Pronta pra amar sem mendigar.
Pronta pra voltar a ser inteira.
Use tudo o que te ajuda a lembrar de quem você é:
Um banho com lavanda.
Uma respiração profunda com Balance.
Um olhar gentil no espelho.
Uma sessão terapêutica que abrace sua história sem julgamentos.
A dor que se repete está pedindo liberdade
Ela não te persegue.
Ela te protege.
Ela só não sabe que você cresceu. Que agora você pode escolher diferente.
E que, sim… você merece algo novo.
Se esse texto te fez chorar…
Não engole essa lágrima. Ela é sagrada.
Ela é o sinal de que você não quer mais viver em repetição.
É a alma dizendo: me liberta.
Você pode agendar uma sessão. Pode explorar outros textos.
Ou só respirar fundo e deixar esse texto te lembrar:
Você não está sozinha. E já está começando a se curar.
Com amor e verdade,
Claudia Zanonn





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